Escola Politécnica da USP

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Workshop da Poli Júnior é reconhecido como melhor da categoria em evento da área

Encontro Paulista de Empresas Juniores reuniu mais de 300 estudantes na última semana em Itu.

A Empresa Júnior da Escola Politécnica da USP, Poli Júnior, realizou, no sábado, dia 16 de setembro, um Workshop com o tema "Mercado: Definição de Personas", no Encontro Paulista de Empresas Juniores, em Itu, SP. O evento reuniu mais de 800 estudantes do Estado de São Paulo.

Participaram do workshop, ministrado pelos alunos da Poli Luis Fernando Tofano Jardim e Eric Imai, um total de 180 estudantes. O treinamento aplicado pela Poli Júnior recebeu o troféu de primeiro lugar, como reconhecimento pelo melhor workshop da categoria aplicado durante o Encontro.

O treinamento abordou conteúdos sobre o mercado destas organizações estudantis, principalmente voltado para a área comercial. “Temos bastante experiência com captação de projetos e clientes, porém para esse workshop focamos no tema”, relata Matheus Velasco, diretor comercial da Poli Júnior.

“Persona envolve um conceito voltado para a área de Marketing em que você elenca as características do seu cliente ideal. Com os dados sobre ele, finalmente, temos uma persona que será usada para encontrar esses clientes no mundo real”. 

 

NAP.Mineração apresenta soluções de sustentabilidade e inovação em congresso da área

Núcleo de Pesquisa para a Mineração Responsável da USP participou da Exposibram 2017

Soluções que prezam pela sustentabilidade, competitividade e inovação foram apresentadas pelo Núcleo de Pesquisa para a Mineração Responsável da USP (NAP.Mineração) e pelo EMBRAPII Tecnogreen/USP na 17ª Exposição Internacional de Mineração (EXPOSIBRAM) e no Congresso Brasileiro de Mineração, realizado de 18 a 21 de setembro, em Belo Horizonte (MG). Os pesquisadores do NAP.Mineração afirmam que essas três linhas estão totalmente alinhadas às demandas apresentadas no Congresso, e constataram grande interesse dos visitantes do estande na abordagem do grupo.

Alexandre Passos, geólogo e pesquisador do Núcleo, conta que, durante o evento, foram realizadas reuniões com empresas e instituições que podem auxiliar no fomento a transformação da mineração em uma atividade sustentável, tais como o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (CODEMIG) e a Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG). “A Unidade EMBRAPII Tecnogreen/USP, juntamente com instituições de fomento e empresas ligadas ao setor de mineração, podem trazer para esse processo linhas de financiamento à inovação que podem contribuir fortemente para a mudança do perfil da mineração no Brasil”, ressalta.

O NAP.Mineração é sediado na Escola Politécnica da USP e tem por objetivo transformar áreas de garimpo e lavra artesanal em pequenas operações de mineração responsável, com uma abordagem inovadora de gestão integrada das atividades de exploração mineral, lavra de minas, tratamento de minérios, governança e sustentabilidade no contexto da pequena mineração.

O chefe do departamento de Engenharia de Minas e de Petróleo, professor Giorgio de Tomi, explica que o Núcleo faz parte da Unidade EMBRAPII Tecnogreen/USP, que juntamente com instituições de fomento e as empresas ligadas ao setor de mineração, trará contribuições essenciais para a mudança do perfil da mineração no Brasil. "Durante o evento foram realizadas reuniões com empresas e instituições que podem auxiliar no fomento a transformação da mineração em uma atividade sustentável, tanto a nível estadual como a nível federal. Como resultado direto da participação do NAP.Mineração neste evento, foram encaminhadas novas oportunidades de formalização de convênios de pesquisa e de colaboração técnico-científica com mais de 30 empresas do setor", complementa Tomi.

 

Teoria da Complexidade promove integração entre os diversos campos da Engenharia

Em palestra no IEA-USP, o diretor da Poli-USP , professor José Roberto Castilho Piqueira, falou sobre a transposição da teoria do filósofo Edgard Morin para a atividade do engenheiro.

No século XIX, o Positivismo promoveu uma compartimentalização do conhecimento científico e a Engenharia não escapou desse processo. Agora, ela está se reorganizando para dar conta dos desafios do século XXI, em um mundo complexo que exige cada vez mais o diálogo entre as diversas áreas do conhecimento, e que vive no contexto das mudanças climáticas globais. Nesse sentido, a Teoria da Complexidade desenvolvida pelo antropólogo, sociólogo e filósofo francês Edgard Morin pode trazer grandes contribuições.

Interpretar a teoria de Morin, inserido-a no escopo do ensino e da prática da Engenharia, foi o tema da palestra apresentada na última sexta-feira (22/09) pelo diretor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), professor José Roberto Castilho Piqueira, no Instituto de Estudos Avançados (IEA-USP), em São Paulo.

A Poli está formatando, junto com Groupe des Écoles Centrales da França, um curso de Engenharia da Complexidade, que será sediado no campus da USP em Santos, litoral de São Paulo. Segundo Piqueira, professor do Departamento de Engenharia de Telecomunicações e Controle (PTC) da Poli-USP, a Teoria da Complexidade aplicada à Engenharia implica em uma grande mudança metodológica. “Hoje, o complexo pode ser definido pelos engenheiros como algo complicado, difícil de tratar, fazer, entender. Mas um sistema complexo é muito mais do que isso”, afirmou. Trazendo os conceitos filosóficos de Morin para a Engenharia, Piqueira ressalta que um sistema complexo é definido por meio de quatro propriedades esseciais.

A primeira é de que todo sistema complexo é aberto, não pode ser visto como um objeto isolado em si mesmo, mas sim como algo que interage com seu entorno – e cujas interações devem ser sempre observadas. A segunda propriedade é a da emergência, ou seja, o comportamento ou característica do todo não é resultado de uma simples soma ou superposição das partes. A terceira é a aleatoriedade, ou seja, não há comportamentos lineares. A quarta é a incompletude: nenhum sistema lógico é completo.

A velha e a nova Engenharia – Ao falar do projeto de construção de uma ponte ou avenida, ele dá um exemplo prático sobre como projeta a Engenharia ‘tradicional’, que encara os projetos como sistemas estanques e não conectados, e como ela o faria observando a Teoria da Complexidade. Hoje, o trabalho é dividido em partes: quem projeta a ponte não vai cuidar da operação de construção e estes profissionais não vão acompanhar o comportamento da mesma quando esta estiver aberta para o uso da população.

A ‘nova Engenharia’, de acordo com os princípios da complexidade, demanda outros elementos que não apenas projetar as colunas, calcular a força do vento, definir quais e a quantidade de materiais necessários etc. As várias etapas do projeto de uma ponte precisam estar conectadas, o que demanda uma formação de profissionais capazes de atuar em equipe e de forma multidisciplinar.

É preciso saber os impactos econômicos, sociais, ambientais e financeiros – algo que é cada vez mais imposto pelas questões da sustentabilidade. “Devemos considerar quantas pessoas serão removidas do local onde a ponte vai ser instalada, para onde essas pessoas podem ser realocadas, qual o impacto de geração de poluição na região por conta do aumento do tráfego, se esses elementos tornam o projeto tão custoso que é melhor abandoná-lo”, enumerou. Também é preciso considerar o pós-construção, ou seja, a manutenção preventiva e corretiva, se necessária, e a ‘desengenharia’, ou seja, a possibilidade de um dia aquela obra precisar ser removida ou destruída.

Segundo Piqueira, o que possibilita a execução de projetos utilizando-se da complexidade são as novas ferramentas trazidas pela Teoria da Informação e a Ciência da Computação – especialmente pela Big Data, que permite o armazenamento e tratamento de forma mais integrada de um grande volume de dados, em tempo real, e o desenvolvimento de simulações cada vez mais completas.

Uma forma de trazer a Complexidade para a prática da sala de aula, na visão do docente, é promover cada vez mais os trabalhos em grupo, executando projetos que impliquem a presença de pessoas de várias formações – da Engenharia, Economia, Medicina. Na Poli-USP duas iniciativas nesse campo são o InovaLab e o OCEAN, sediados no Departamento de Engenharia de Produção (PRO), onde alunos da Poli trabalham em parceria com docentes e alunos de outras áreas para desenvolver projetos inovadores e atuar de forma empreendedora.

Para Piqueira, a maior dificuldade em implementar o pensamento complexo nas práticas didáticas e profissionais – ou seja, na academia e no setor empresarial – está nas pessoas. “É preciso que elas saiam da sua zona de conforto. Quando propomos a Complexidade, a primeira pergunta do professor é o que vai ocorrer com sua carga didática, com a disciplina que ele ministra”, afirmou. 

 

Compatibilidade eletromagnética é tema de conferência internacional na Poli-USP

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) receberá, de 8 a 10 de novembro de 2017, a 3ª edição da conferência internacional sobre compatibilidade eletromagnética, denominada GEMCCON 2017 - Global Electromagnetic Compatibility Conference.

Após as edições realizadas na Austrália e Argentina, a GEMCCON estabeleceu-se como um fórum importante de discussões em Compatibilidade Eletromagnética (CEM), e abordará diversos tópicos, incluindo novas tendências e tecnologias da área.

Como explica o professor da Poli-USP e do IPEN/CNEN-SP, Carlos Sartori, um dos organizadores do evento, com o crescente uso de equipamentos eletroeletrônicos, o problema de interferências eletromagnéticas se acentua. “O controle dessas interferências torna-se importante, por isso a certificação de sistemas e equipamentos passa a ser exigida, dentro de um padrão de normas, para que os níveis de emissões de sinais conduzidos e de campos eletromagnéticos sejam controlados, minimizando as interferências e, até mesmo, eventuais efeitos biológicos no ser humano”, ressalta o docente.

Este evento é apoiado pela IEEE EMC Society e pelo IPEN/CNEN-SP, e contará com a presença de grandes nomes da área de compatibilidade, profissionais que são referência mundial de diversas empresas e instituições internacionais.

As informações gerais e o programa preliminar do evento podem ser encontradas, respectivamente, nos links http://gemccon2017.emcss.org/ e http://gemccon2017.emcss.org/program 

 

Professor da Poli-USP lança livro sobre tratamento de água de abastecimento

O docente Sidney Seckler Ferreira Filho, do Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), acaba de lançar o livro “Tratamento de águas: Concepção, Projeto e Operação de Estações de Tratamento”, pela Editora Elsevier. A obra pretende ser um guia prático a profissionais que elaboram projetos de estações de tratamento de águas de abastecimento. O lançamento será realizado no dia 4 de outubro, quarta-feira, às 17h, no Congresso ABES/FENASAN 2017, que será realizado no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5, São Paulo - SP.

Outras informações sobre o livro e uma amostra podem ser acessadas no site https://www.sidneyseckler.com/livro.

Sobre o autor - Sidney Seckler Ferreira Filho é Engenheiro Civil formado pela Escola Politécnica da USP (1988), Mestre (1993) e Doutor (1996) em Engenharia Hidráulica e Sanitária pela mesma Escola, na qual é professor do Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental. Exerce atividades de docência e pesquisa desde 1989, e atividades profissionais na área de Saneamento, envolvendo inúmeros estudos de concepção, projeto, dimensionamento e operação de estações de tratamento de águas de abastecimento para companhias de saneamento públicas e privadas no Brasil e América Latina.

 

 

Prorrogadas as inscrições para eleição de Chefia do Departamento de Engenharia Mecatrônica (PMR)

A inscrição de chapas para a eleição da Chefia o Departamento de Engenharia Mecatrônica e de Sistemas Mecânicos da Escola Politécnica da USP da Universidade de São Paulo (USP) será estendida até 04.10.2017. As instruções da Portaria 2201/2017, artigo 4º, determinam que "não havendo pelo menos duas chapas inscritas, haverá um novo prazo de dez dias para inscrição". Até o momento, apenas uma Chapa foi inscrita e é composta pelos professores Emílio Carlos Nelli Silva, como chefe de departamento, e o professor Lucas Antonio Moscato, como suplente.

 

Mulheres com carreira de sucesso na Engenharia são exemplos de incentivo para estudantes

Em mesa-redonda na Poli-USP docentes discutem questão de gênero na Engenharia, e como enfrentar casos de discriminação.

Procurar e divulgar amplamente os bons exemplos de mulheres que se destacam na carreira de Engenharia é uma das ações práticas que podem ajudar a despertar o interesse do sexo feminino pela área e, dessa forma, ampliar a presença das mesmas nesse campo do conhecimento. Essa foi uma das sugestões apresentadas pelas participantes da mesa-redonda “Mulheres na Engenharia”, realizada nesta terça-feira (19/09) na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), em São Paulo. O evento integra a programação da IV Semana de Engenharia Elétrica e de Computação (IV SEnEC), promovida pelo Centro de Engenharia Elétrica e de Computação da Poli, que se encerra na sexta-feira.

A mesa-redonda teve a intermediação da vice-diretora e professora do Departamento de Engenharia de Transportes da Poli-USP, Liedi Legi Bariani Bernucci, primeira mulher a ocupar um cargo na Diretoria da Escola. Como debatedoras participaram as professoras Cintia Borges Margi, do Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais (PCS), e Roseli de Deus Lopes, do Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos (PSI), além da engenheira politécnica Renata Bartoli de Noronha, que atua em captações de recursos em desenvolvimento imobiliário no Credit Suisse (CSFB).

O resultado do debate mostrou que, apesar do machismo que ainda permeia a sociedade de uma forma geral, a discriminação, geralmente implícita, é algo que pode ser lidado com uma postura mais propositiva por parte da mulher. E que a Poli, como instituição, tem tido um papel ativo para combater este tipo de postura.

Vocês foram vítimas de preconceito na Engenharia da Poli? Renata Noronha foi taxativa na resposta. Não. “Sempre tive demanda muito grande por performance, vivi em um ambiente de competição e cooperação muito forte. Essa questão de se sentir discriminada está muito relacionada a não se deixar discriminar. Nunca me senti discriminada”, disse.

Já Roseli Lopes ponderou que viveu algumas situações no passado que lhe pareceram normais na época, mas hoje, ao revê-las, fica em dúvida sobre se foi vítima de machismo – como, por exemplo, uma vez em que tirou nota alta em uma disciplina e percebeu que os colegas ficaram incomodados. “Estávamos muito no piloto automático no passado, inclusive com relação a outros problemas além de gênero, como bullying. Hoje, as pessoas não aceitam muitas coisas que antes toleravam”, afirmou.

Cintia Margi também não se recorda de ter sofrido preconceito, de forma explícita, mas lembrou de algumas brincadeiras discriminatórias. “De modo geral, eu ouvia, não gostava, mas não criava antagonismo com os colegas”, contou. “Esse tipo de brincadeira existe há muito tempo e continua existindo, mas acho que, com o passar da idade, criamos uma casca”, prosseguiu. “Hoje é mais comum as pessoas deixarem claro quando não gostam de algo”, acrescentou.

Casos de brincadeiras discriminatórias de professores ou de alunos foram citados pelo público. Liedi Bernucci lembrou que a Poli tem um canal para que esses casos sejam reportados: a Ouvidoria. “Temos acolhido as reclamações, e os nomes são preservados”, destacou ela. “É preciso pontuar essas questões com tranquilidade, mas com firmeza.”

Maior exigência – A mulher precisa se esforçar mais do que o homem para não duvidarem de sua capacidade e para ter mais oportunidades na carreira? Para Renata Noronha, performance é uma obrigação quando se trabalha em um ambiente norteado pela meritocracia. “Na medida em que você entrega resultados consistentes, você conquista seu espaço”, afirmou.

A executiva considera, porém, que as mulheres são pouco representadas nos cargos de liderança porque, quando constituem família, acabam acumulando muitas tarefas, o que torna difícil entregar resultados iguais aos de um homem sem as mesmas responsabilidades. “A empresa quer resultado. Se uma pessoa acumula funções fora do ambiente de trabalho, ela tende a entregar menos e tem dificuldade de assumir cargos mais elevados”, continuou.

Em sua opinião, o que deve mudar é a posição do homem, que também precisa assumir responsabilidades familiares, dividindo as tarefas com as mulheres. “As mulheres muitas vezes tomam a dianteira e assumem tarefas sem dar chance ao homem para ele fazer isso”, acrescentou. Para ela, as mulheres precisam saber dividir as tarefas e construir essa visão de compartilhamento na educação dos seus filhos.

Cintia Margi lembrou que, apesar de as metas serem iguais e explícitas na carreira acadêmica, a cobrança é desigual. Ela citou um estudo no qual foi constatado que no processo de revisão de artigo científico duplo cego – revisor e autor não sabem quem são – o resultado é diverso quando se sabe que primeiro autor do artigo é uma mulher.

O elemento cultural, na avaliação das participantes, ainda é um empecilho para ter mais mulheres interessadas em Engenharia. Mulheres não são incentivas a gostar de Matemática e outras disciplinas de Exatas; acabam sendo direcionadas para as de Humanas e Biológicas. E o problema não se reflete apenas na Engenharia da Poli. Liedi Bernucci contou que, depois de formada, foi estudar na Escola Politécnica Federal de Zurique, na Suíça. “Na época, eram 50 pessoas no instituto e não havia nenhuma engenheira. Hoje, apenas 8% dos alunos são mulheres lá, um indicador mais baixo do que o da Poli”, disse.

Mudança em curso – Roseli Lopes contou que houve um aumento da presença de projetos submetidos por meninas na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace) depois de uma campanha que destacou a presença do sexo feminino no evento. “Precisamos elaborar mais campanhas junto às escolas de ensino fundamental e médio para mudar essa realidade. As próprias alunas da Poli podem voltar a suas escolas e fazer isso”, sugeriu.

Ela também defendeu que a Engenharia seja divulgada junto às escolas como uma atividade que tem profissionais dedicados a resolver problemas da sociedade, e não como uma área técnica e difícil. Cintia Margi também endossa este tipo de iniciativa. “É importante dar visibilidade para mulheres que chegaram a cargos importantes, mostrando que é possível, sim, desenvolver uma carreira.” 

Veja as fotos do evento em nosso álbum do Flickr.

 


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