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Projetos de “terras raras” receberam R$ 293 mi de investimentos

Plano Nacional de Mineração e Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação preveem medidas para incentivar o desenvolvimento de cadeia produtiva para explorar os recursos.

As chamadas terras raras – elementos químicos com alto valor para diversos segmentos da indústria – estão contemplados no Plano Nacional de Mineração 2030 e na Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação ENCTI - 2016-2022 como minerais estratégicos. O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação (MCTIC) investiu R$ 293 milhões em projetos prioritários na área, segundo Eduardo Soriano Lousada, coordenador Geral de Desenvolvimento e Inovação em Tecnologias Setoriais da pasta.

Ele apresentou no primeiro dia do IV Seminário Brasileiro de Terras Raras (17/10) um balanço desses investimentos. O encontro, organizado conjuntamente pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) e pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT), é promovido pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Processamento e Aplicações de Ímãs de Terras Raras para Indústria de Alta Tecnologia (INCT-PATRIA).

O Seminário termina quarta-feira (18) com a apresentação de iniciativas empresariais e de instituições de pesquisa, e está sendo realizado no Auditório Francisco Romeu Landi do prédio da Administração da Poli-USP, no campus do Butantã, em São Paulo. “Já estamos mostrando nossa articulação com a realização de projetos conjuntos que envolvem toda a cadeia produtiva de terras raras. É um momento especial na história da mineração brasileira e na cooperação universidade empresa”, ressaltou Fernando Landgraf, diretor presidente do IPT na abertura do encontro.

Políticas públicas – Os recursos do MCTIC citados por Lousada foram aplicados em projetos de apoio à pesquisa, desenvolvimento e inovação (P,D&I) do Centro de Tecnologia Mineral (Cetem); nos editais do fundo setorial mineral; no projeto da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) com a empresa CBMM e o IPT; e no projeto do INCT-PATRIA, focado no processamento e aplicações de imãs para indústria de alta tecnologia. Também estão contemplados recursos para o acordo de cooperação com a Alemanha e a União Europeia (Diálogos Setoriais) e para o programa Inova Mineral.

Segundo ele, está entrando em fase de conclusão o Plano de Ação em P,D&I para o Desenvolvimento Integral da Cadeia Produtiva de ETR (elemento terras raras), que terá um grupo de trabalho para acompanhar seu desenvolvimento. O Plano de Ação é um braço operacional da ENCTI. “A presença das terras raras nessas políticas públicas já conferem uma prioridade ao tema”, afirmou. “Precisamos atuar também de forma política junto aos demais órgãos de governo e aos parlamentares para explicar um assunto tão complexo e sua importância estratégica para o Brasil, de modo a obtermos mais recursos para projetos que promovam a estruturação dessa cadeia”, completou.

Uma das principais ações do governo nesse sentido é o Inova Mineral. Pedro Landim, gerente setorial do Departamento de Indústrias de Base do BNDES, e Cristiana Abreu, gerente do Departamento de Petróleo, Mineração e Siderurgia da Finep, falaram no Seminário sobre o estágio atual do programa, que deve durar cinco anos.

Em agosto de 2016 foi lançado o primeiro edital, dividido em duas chamadas. A primeira recebeu 41 planos de negócios que totalizaram uma demanda de R$ 1,1 bilhão de investimento público e privado. Foram aprovados 24 planos, a maioria voltados para terras raras, e que perfazem um total de R$ 737 milhões de investimento. Esses projetos estão em fase de contratação. A segunda chamada ainda está na fase de avaliação dos inscritos e o resultado final está previsto para dezembro deste ano. Foram recebidos 50 projetos, que totalizaram R$ 2,3 bilhões de investimentos. “Esses números sinalizam que a indústria quer e precisa desse programa”, destacou Cristiana Abreu.

Segundo Pedro Landim, o BNDES dispõe de R$ 500 milhões para as modalidades crédito e renda variável e R$ 90 milhões do Funtec – nesse caso, são recursos não reembolsáveis, para iniciativas nas quais o Estado avalia ser importante compartilhar os riscos com a iniciativa privada, apoiando projetos realizados em parceria entre empresas e universidades/institutos de pesquisa. Já a Finep tem R$ 460 milhões para a modalidade crédito/renda variável e R$ 130 milhões para apoiar projetos desenvolvidos conjuntamente entre empresas e universidades/institutos.

União para competir – O superintendente geral da Fundação CERTI, Carlos Alberto Schneider, apontou os desafios para a estruturação de uma cadeia produtiva completa de terras raras no País. O primeiro é enfrentar a competição com a China, que detém o monopólio desse mercado.”Precisamos colocar mais gente trabalhando no Brasil e congregar as iniciativas de produção aqui”, disse. “E não podemos apenas produzir com baixo custo, mas produzir com qualidade, flexibilidade, ter produtividade, pensar na sustentabilidade e na inovação, em produtos de alto valor agregado”, enumerou.

Schneider fez coro a todos os participantes da abertura e da primeira mesa de apresentações do Seminário e enfatizou a necessidade de se estabelecer os vínculos entre academia, setor produtivo e governo em torno do objetivo comum de formar uma cadeia produtiva que trabalhe desde a mineração de terras raras até o desenvolvimento e produção de superimãs, segmento que foi identificado como de grande potencial para exploração brasileira. “Precisamos de uma coordenação estratégica envolvendo os principais atores de governo e empresariais, e com suporte tecnológico orientado à competitivdade em todos os elos da cadeia”, defendeu ele.

A importância estratégica das terras raras para a economia ficou clara na apresentação de Cássio Rabello, especialista em Desenvolvimento Industrial da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). Segundo ele, há indicações de que as reservas conhecidas podem entrar em exaustão em um prazo de 50 anos, o que motiva o investimento na descoberta e exploração de novas reservas. “Ao mesmo tempo, estamos apostando no crescimento da energia eólica e da produção de veículos elétricos e híbridos, o que demanda aplicações de imãs de forma permanente”, completou.

O Brasil tem reservas e demanda por consumo de produtos que usam terras raras, importando-os para poder abastecer seu mercado. Articular a demanda com a ocorrência é o alvo. “Para promover esse salto na produção de imãs e ligas, temos de usar como objeto de articulação a tripla hélice [a parceria academia-indústria-governo]”, apontou. “Essa articulação deve ser suportada por instituições de governo e de P&D, utilizando-se instrumentos de política industrial e tecnológica”, concluiu.

Confira no álbum da Poli no Flickr as fotos da abertura e da primeira mesa do IV Seminário Brasileiro de Terras Raras. 

 

Amigos da Poli realiza cerimônia em homenagem aos professores da Escola

A Escola Politécnica da USP recebeu ontem, dia 16 de outubro, uma homenagem aos docentes promovida pelo Fundo Patrimonial Amigos da Poli. O evento foi organizado em parceria com a Diretoria da Escola, e contou com a participação do professor José Roberto Castilho Piqueira, diretor da Poli, e da professora Liedi Légi Bariani Bernucci, vice-diretora, além de membros do corpo docente.

A celebração foi realizada no Auditório Professor Francisco Romeu Landi, e contou com a apresentação do Acappolli, um grupo de estudantes da USP, principalmente de engenharia, que canta Acappella, ou seja, sem instrumentos musicais, e tem como objetivo levar música para os corredores da Escola Politécnica. Os jovens cantaram, entre outras músicas internacionais, A Banda e Roda Viva, de Chico Buarque, e receberam elogios do diretor pela iniciativa de seu projeto artístico.

O diretor da Poli considera esta celebração um marco para a Escola, devido ao papel de qualidade desempenhado pelos docentes na formação dos estudantes. “Vivemos um novo momento em que a aproximação entre as partes é muito importante. Ter um momento de confraternização entre professores e alunos muda a dinâmica das relações entre estes na nossa Escola, e melhora o seu patrimônio moral”, ressaltou o professor Piqueira.

Peter Sonnenberg, diretor vice-presidente do Amigos da Poli, apresentou os últimos projetos do Fundo e ressaltou, como ex-aluno da Poli, a importância dos professores em sua trajetória. O engenheiro relatou que mudou radicalmente sua carreira para seguir o setor de educação e, ao levantar os motivos que fazem real diferença no aprendizado, concluiu que o trabalho do professor é o que torna o ensino mais eficaz. “Como o professor se porta em sala de aula, o ambiente escolar propício para o aprendizado, a relação de confiança entre professor e aluno, o professor ter alta expectativa sobre seus alunos. E isso é o que acontece aqui na Poli, e faz sairmos daqui tão bem formados”, ressaltou Peter.

O professor Antonio Carlos Seabra, do Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos da Poli-USP, realizou uma apresentação na qual refletia os papéis desempenhados pelos docentes. “Eu acredito que a ética é uma das bases para que tornemos nossas alunas e nossos alunos grandes engenheiros, líderes e agentes de inovação. Acredito que tudo isso tem a ver com uma postura ética, com criar um ambiente de respeito ao próximo. Tanto em postura individual como coletiva - pensando na nossa comunidade externa, mas também pensando na nossa comunidade politécnica”.

A cerimônia teve também as palavras do professor Pedro Luiz Pizzigatti Corrêa, do Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais, que ressaltou o papel importante da interação com os ex-alunos para o desenvolvimento de projetos, como as parcerias com o Amigos da Poli. A transmissão do evento pode ser acessada no link, no canal do YouTube da Poli-USP.

Confira as fotos do evento em nosso álbum no Flickr

 

Técnicas de projeto para acesso náutico são tema de evento na Poli-USP

A Escola Politécnica da USP e o Conselho Nacional de Praticagem (CONAPRA) realizarão, nos dia 7 e 8 de novembro, um seminário sobre "Técnicas modernas de projeto de acessos náuticos com base na norma ABNT NBR 13246 2017". O evento abordará uma nova norma ABNT de projeto de acessos náuticos, recentemente reformulada, que resultou do trabalho de uma comissão composta por diversos setores da área, com a participação da Marinha, CONAPRA e da USP, explica o coordenador do evento, professor Eduardo Aoun Tannuri. “Na ocasião, iremos renovar o termo de cooperação técnica firmado entre o CONAPRA e o TPN-USP, além de apresentar a infraestrutura do Centro de Simulação de Manobras, dotado de 2 novos simuladores com tecnologias inovadoras, em desenvolvimento no escopo de nosso convênio de P&D CENPES-USP”.

O seminário é organizado pelo laboratório Tanque de Provas Numérico (TPN-USP), em parceria com o CONAPRA, e terá palestras técnicas e discussões acerca das novas definições para o projeto portuário e a aplicação a diversos portos e terminais brasileiros.

O evento tem como público-alvo integrantes da Marinha, Praticagens, Terminais, Cia Docas, Armadores e Projetistas. O endereço www.tpn.usp.br/seminario contém mais detalhes e a grade de palestras.

Serviço

Seminário Técnicas modernas de projeto de acessos náuticos com base na norma ABNT NBR 13246 2017

Data e horário: 7 e 8 de novembro

Local: Escola Politécnica da USP. Cidade Universitária, São Paulo, SP. O auditório será divulgado em breve.

Inscrições:  Seminário gratuito, com inscrições obrigatórias pelo e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. , ou telefone (11) 2648-6094).

Site do evento: http://www.tpn.usp.br/seminario/

 

Museu Catavento e Poli-USP realizam a 5ª edição da Mostra Paulista de Ciências e Engenharia

 MOP 2017 acontecerá nos dias 25, 26 e 27 deste mês e permitirá que estudantes do Estado de São Paulo apresentem suas ideias e projetos

O Museu Catavento, museu de Ciência e Tecnologia da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo promove, nos dias 25, 26 e 27 de outubro, a 5ª edição da Mostra Paulista de Ciências e Engenharia (MOP 2017). O evento é realizado em parceria com o Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC) e com o apoio da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Durante estes dias, a entrada no Museu Catavento será gratuita.

A MOP é uma iniciativa criada para estimular o desenvolvimento da cultura investigativa, da inovação e do empreendedorismo nos estudantes da educação fundamental, média e técnica do Estado de São Paulo. Além disso, é uma oportunidade para a troca de informações entre estudantes de escolas públicas e particulares, aproximação entre a educação básica e técnica, cientistas renomados e empresas.

Serão 105 projetos finalistas de escolas públicas e privadas de 34 cidades de São Paulo. Os 222 estudantes finalistas, acompanhados por seus 121 professores orientadores e coordenadores, terão a oportunidade de mostrar seus potenciais criativos e realizadores para o Comitê de Avaliação da MOP.

Durante a mostra, o Comitê de Avaliação, composto por 210 professores universitários e especialistas voluntários, seleciona seis projetos de destaque para participarem como finalistas da FEBRACE 2018 - Feira Brasileira de Ciências e Engenharia, que será nos dias 13, 14 e 15 de março de 2018, na Universidade de São Paulo. Serão selecionados ainda os melhores projetos nas categorias Ciências Agrárias, Biológicas e da Saúde; Ciências Humanas e Sociais Aplicadas; e Ciências Exatas da Terra e Engenharias, que são premiados com troféus, medalhas e certificados.

SERVIÇO:

 

Museu Catavento e LSI - TEC realizam a 5ª Edição da MOP

25, 26 e 27 de outubro de 2017

Local: Claustro  

Horário: 9h às 17h

Entrada gratuita

 

Sobre o museu

O Museu Catavento foi inaugurado em março de 2009 e tem mais de 250 instalações divididas em quatro seções (Universo, Vida, Engenho e Sociedade). Cada seção foi elaborada com instalações cenográficas interativas que contribuem para criar atmosferas únicas e envolventes aproximando o publico do universo da ciência. Atrações como aquários de água salgada, anêmonas e peixes carnívoros e venenosos, uma sala que simula viagem submarina, um experimento de física que arrepia seus cabelos, são apenas alguns exemplos de como o visitante pode aprender e se divertir ao mesmo tempo. Na área externa também é possível conferir equipamentos como a locomotiva Dübs (fabricada em 1888 na Inglaterra que pertenceu à Cia. Paulista de Estradas de Ferro e foi usada brevemente para o transporte de carga) e o avião DC-3 (1936), que foi utilizado como cargueiro militar na Segunda Guerra Mundial.

 

Sobre o LSI-TEC

O Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC) é uma instituição de desenvolvimento tecnológico, com linhas de ação reconhecida nacional e internacionalmente, tornando-o um centro de referência mundial dedicado ao desenvolvimento e inovação em tecnologias avançadas. Fundado em 1999, o laboratório é um elo entre a sociedade e as instituições científicas de excelência, promovendo a aplicação do conhecimento em tecnologia e levando inovações tecnológicas a sociedade por meio de parcerias com instituições do setor público e privado. Dirigido por professores da Universidade de São Paulo e com projetos em parceria com o Laboratório de Sistemas Integráveis da Escola Politécnica da USP, o LSI-TEC conta com uma equipe altamente qualificada e multidisciplinar. Suas atividades são baseadas em três princípios: excelência, inovação e empreendedorismo.

 

Para conhecer a programação cultural de todo o estado, acesse a plataforma SP Estado da Cultura – www.estadodacultura.sp.gov.br. Acompanhe a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo nas mídias sociais:

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Informações para a imprensa

Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

Gisele Turteltaub – Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.  – (11) 3339-8162

Gabriela Carvalho – Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.  – (11) 3339-8070

Damaris Rota – Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.  – (11) 3339-8308

Stephanie Gomes - Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.  - (11) 3339-8243 | 

 

Prorrogadas as inscrições para chefia do Departamento de Engenharia de Minas e de Petróleo

Prorrogação de inscrições para a eleição de chefia do Departamento de Engenharia de Minas e de Petróleo – PMI:

Informamos que houve apenas uma chapa inscrita para a eleição da chefia do Departamento de Engenharia de Minas e de Petróleo, composta pelos professores doutores Giorgio Francesco Cesare de Tomi (Chefe) e Patrícia Helena Lara dos Santos Matai (Vice-Chefe). Em atendimento ao disposto na portaria a DIR 2218 de 26/09/2017, haverá um novo prazo para inscrição, de 17 a 26 de outubro de 2017, hipótese em que poderão ser apresentadas candidaturas compostas também de Professores Doutores, membros do Conselho do Departamento.

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Resultados de Eleições para Chefia de Departamentos: PTC, PME, PMR E PSI

Informamos o resultado das eleições para a chefia de Departamentos da EPUSP:

Departamento de Engenharia de Telecomunicações e Controle – PTC:

Chefe: Prof. Dr. José Carlos Teixeira de Barros Moraes

Vice-Chefe: Profa. Dra. Cinthia Itiki

Departamento de Engenharia Mecânica – PME:

Chefe: Prof. Dr. Décio Crisol Donha

Vice-Chefe: Prof. Dr. Raul Gonzalez Lima

Departamento de Engenharia Mecatrônica e de Sistemas Mecânicos – PMR:

Chefe: Prof. Dr. Emílio Carlos Nelli Silva

Vice-Chefe: Prof. Dr. Lucas Antonio Moscato

Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos – PSI:

Chefe: Prof. Dr. Sebastião Gomes dos Santos Filho

Vice-Chefe: Prof. Dr. Vitor Heloiz Nascimento

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Eleições discentes nos Departamentos da Engenharia Elétrica serão realizadas em 14/11

Eleições Discentes junto aos Departamentos da Engenharia Elétrica da Escola Politécnica da USP – Conselhos de Departamento e Comissões de Coordenação de Curso:

Conforme o estabelecido na portaria DIR 2.222, publicada no D.O.E. de 12.10.2017, informamos que estão abertas as inscrições para a eleição para a escolha dos representantes discentes de graduação junto aos Conselhos de Departamento e às Comissões de Coordenação de Cursos dos Departamentos de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais – PCS, Engenharia de Energia e Automação Elétricas – PEA, Engenharia de Sistemas Eletrônicos – PSI, e Engenharia de Telecomunicações e Controle – PTC da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.

A eleição será realizada no dia 14 de novembro de 2017 por meio de sistema de votação eletrônica.

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O EDITAL ESTÁ NO LINK.

 


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